Essencialmente, o metal duro é formado por dois constituintes:
• Um carbeto extremante duro e de alta resistência ao desgaste: trata-se de um carboneto de tungstênio só ou associando com outros carbonetos, como titânio, tântalo e nióbio, principalmente. Esses carbetos são constituintes que, no produto final, conferem dureza à temperatura ambiente e sua retenção a altas temperaturas e a resistência ao desgaste.
• Um elemento aglomerante ou ligador: trata-se de um metal do grupo do ferro, usualmente cobalto, cuja função é aglomerar as partículas duras dos carbonetos, sendo em conseqüência responsáveis pela tenacidade do material.
Fabricação do metal duro
A fabricação de metal duro compreende as seguintes fases:
• Obtenção dos pós metálicos;
• Mistura dos pós;
• Compressão em pastilhas ou briquetes;
• Sinterização;
• Controle físico final do material sinterizado;
Classe dos metais duros
A ISO (Internacional Organization For Standardization), que agrupa os países europeus industrializados, recomendou o agrupamento do metal duro em três grandes grupos:
• Grupo P – Compreendendo os tipos ou classes empregados na usinagem de metais e ligas ferrosos que apresentam cavacos longos e dúcteis
• Grupo M – Compreendendo as classes que se empregam na usinagem de metais e ligas ferrosos tanto longos como curtos
• Grupo K – Compreendendo as classes que se destinam à usinagem de metais ligas ferrosos que apresentam cavacos curtos e materiais não metálicos
fonte:Livro:Tecnologia da usinagem dos materiais
sexta-feira, 13 de março de 2009
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Giuberto Kanzler
Engenheiro de Produção
